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| Eric e sua Super Bateria na REVENGE ERA |
domingo, 31 de julho de 2011
Blog Eric Singer chega ao FaceBook
Vendo a Pagina do Blog de um Amigo meu no facebook resolvi criar a do melhor batera do Mundo como meu amigo diz do ERICÃO HAHAHAHA EIS O Link
segunda-feira, 6 de junho de 2011
"O DINHEIRO MANDA ",Diz Eric SInger
O baterista Eric Singer foi recentemente entrevistado na 21º NY/NJ Kiss Expo pelo Rock & Roll Comic C.C. Banana. Em partes séria e em partes cômica, a conversa foi transcrita e agora está disponível online. Assuntos incluem o baterista original do KISS, Peter Criss, as várias contratações e dispensas de Eric da banda e os experimentos de Ace Frehley com Viagra.
C.C. Banana: Você se tornou parte da "família Kiss" por tocar bateria para Paul Stanley em sua primeira TURNE solo em 1989. Como conseguiu essa chance, e na época havia alguma pista de que você estaria sendo considerado pra preencher a vaga de baterista no Kiss?
Eric Singer: "Bem, naquela época eu estava em Nova Iorque gravando um álbum com o BADLANDS. Eles tinham a mesma gerência que o cara que tocava baixo na turnê solo de Paul, Dennis St. James, cujo nome verdadeiro é Dennis Feldman... por que os caras judeus no ramo da música sempre tentam americanizar seus nomes (clara referência a Gene Simmons, cujo nome real é Chaim Witz)? De qualquer forma, Dennis mencionou aos empresários que Paul Stanley estava planejando uma turnê solo e precisava de um baterista. Até então, eu já tinha terminado de gravar minhas partes com o Badlands e eles me mandaram ao escritório da gerência do Kiss, que ficava literalmente na esquina do meu hotel. Lá eu conheci Paul e dei a ele alguns dos CDs nos quais eu tocava. Ele na verdade me contratou baseado apenas naquelas credenciais. Sendo realista, eu não tinha razão para pensar que ia acabar tocando bateria para o KISS por que Eric Carr ainda estava na banda naquela época. No ano seguinte, o Kiss fez a turnê do 'Hot In The Shade' e apenas um ano depois Eric Carr ficou doente. Foi quando eles me chamaram para tocar bateria em 'God Gave Rock 'n' Roll to You' para a trilha de 'Bill & Ted's Bogus Journey' (conhecido por aqui como "Bill & Ted - Dois Loucos no Tempo"). Depois disso, eles começaram a me considerar para a banda e para o próximo álbum, que seria o 'Revenge'".
C.C. Banana: Em 1995, foi você quem sugeriu a Gene e Paul que eles deveriam deixar Peter Criss tocar com a banda em uma das convenções oficiais do KISS. Isso liberou uma cadeia de eventos que acabaram levando à reunião da formação original do KISS, fazendo você e Bruce Kulick serem despedidos. Fazendo um retrospecto desta situação, como se sente hoje?
Eric Singer: "Bem, foram Gene e Paul que me disseram que Peter queria vir para a convenção com sua filha. Eles queriam saber se eu ficaria desconfortável com isso. Eu disse a eles que não somente não ficaria desconfortável mas que eles deveriam deixar Peter tocar. Isso resultou na filmagem do 'MTV Unplugged' que por fim resultou na reunião completa. Mas eles ainda não tinham idéia de como as coisas iam ser com Ace e Peter. Então, se a reunião não funcionasse e a turnê não fosse bem sucedida eles já tinham o 'Carnival Of Souls' na manga e ainda tinham eu e Bruce na reserva. Por isso eles nos mantiveram na folha de pagamento, éramos tipo um 'Plano B', em último caso era só continuar de onde haviam parado. Essa parte não foi tão ruim pois ainda estávamos ganhando enquanto eles estavam lá fazendo a reunião".
C.C. Banana: Eles estavam te pagando o suficiente para que valesse à pena ficar "marcando" sem fazer nada enquanto o KISS estava em turnê sem sua presença?
Eric Singer: "Bem, eles estavam faturando milhões enquanto nós estávamos em casa apenas recebendo cheques de pagamento! Até que um dia recebi uma ligação de Gene... eu acho que por volta de julho de 1996. Ele ligou para dizer que o KISS estaria vindo para Los Angeles em breve para tocar no Forum e que nós devíamos nos juntar para um encontro. Eu soube logo ali que eu estava pra ser despedido! No dia seguinte, eu coloquei um anúncio vendendo meu carro".
C.C. Banana: Em 2001, você recebeu um convite para retornar ao KISS na parte final da então chamada "Farewell Tour" (traduzindo livremente, "Turnê do Adeus"), substituindo Peter Criss para as datas no Japão e Austrália. Como foi a sensação de colocar a maquiagem e a roupa e tocar com a formação clássica doKISS naquele primeiro show?
Eric Singer: "Na verdade, a primeira vez que eu me maquiei foi para a primeira sessão de fotos. Paul foi quem fez a maquiagem, pois eu não sabia que diabos eu estava fazendo. Dali em diante eu mesmo a fiz, e agora estou totalmente acostumado. Mas sim, a primeira vez que eu usei a maquiagem antes de um show foi meio que bizarro. Nossos primeiros shows foram no Japão e não tínhamos feito nenhum ensaio de produção usando maquiagem. Eu só lembro de olhar para o palco durante o show e pensar 'wow, aquele é Gene Simmons... esse é Ace Frehley... Paul Stanley... e eles estão todos de maquiagem... e eu estou tocando bateria!'. Parecia uma viagem de ácido".
C.C. Banana: Eles te deram sua própria roupa ou fizeram vc usar as velhas e "fedidas" de Peter?
Eric Singer: "Não, eles me fizeram uma nova. Peter e eu somos do mesmo tamanho, mas temos constituição física diferente. As botas serviam quase perfeitamente, mas a roupa de Peter é um pouco maior no meio e eu sou um pouco mais magro. Apesar que no momento eu estou um pouco rechonchudo, então acho que agora não serviria em nenhuma das duas!"
C.C. Banana: Eles te deixaram ficar com a roupa ou eles o fizeram devolvê-la no final da turnê?
Eric Singer: "Não, eu a guardei! Eu sou esperto, fiz que isso fosse uma parte do meu acordo! Na verdade eu tenho duas roupas completas".
C.C. Banana: Já usou a roupa apenas para diversão? Algo como o Halloween ou festas nos finais de semana?
Eric Singer: "Hum... não".
C.C. Banana: Em 2003, você foi chutado da banda de novo quando Peter retornou mais uma vez para a "World Domination Tour" com o AEROSMITH e para a gravação do "KISS: Symphony". Na época você ficou tão puto que jurou nunca trabalhar com o KISS de novo, e mesmo assim aqui está você de novo. O que te fez mudar de idéia? Não se sente sempre em segundo plano?
Eric Singer: "Ah, eu estou sempre em segundo plano! Mas quer saber de uma coisa? Segundo plano ou não, pelo menos eu consigo comer! E a razão pela qual voltei... você sabe que Gene assina seus autógrafos com um grande sinal de dólar? Por isso. O dinheiro manda. Resumindo, eu toco bateria para viver e eu gostando disso ou não, ainda são negócios. Gene vai te dizer a mesma coisa. Não é 'companheiros de música', é 'negócios de música'. Então, eu não tenho arrependimentos".
C.C. Banana: Você já esteve alguma vez na presença de Peter Criss usando a maquiagem de Peter Criss?
Eric Singer: "Ainda não. Mas ainda há tempo".
C.C. Banana: Você já recebeu um beijo de um membro do KISS?
Eric Singer: "Ace pode ter tentado me beijar em alguma ocasião. Eu lembro Paul me contando que uma vez nos velhos tempos eles estavam todos sentados no camarim e sabe-se lá por que Peter foi até Ace e colocou seu pau no ombro dele! Então Ace se virou e o beijou (referindo-se ao pênis de Peter)!"
C.C. Banana: Lembre-se - não ponha seu pau no ombro de Ace.
Eric Singer: "Uma noite, antes de um show do KISS, ele tomou viagra por que queria que seu pau estivesse duro durante o show. Quando eu perguntei o motivo, ele disse, 'para as pessoas me verem ficar duro usando a roupa'. Ele até tentou cheirar isso uma vez!"
C.C. Banana: Ace Frehey cheirou Viagra?
Eric Singer: "Sim! Ele achou que ia chegar ao seu sistema mais rápido. Então Ace cheirou o Viagra... mas você sabe o que aconteceu? Seu nariz ficou inchado ao invés disso. A história é verdadeira! Quando conto essas coisas as pessoas acham que eu estou mentindo ou aumentando. Mas é tudo absolutamente verdade. Qualquer um que já tenha trabalhado com Ace irá confirmar. Você nunca vai conhecer outra pessoa como ele".
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Alice Cooper mostra circo de horrores intimista em Porto Alegre poren sem ERIC SINGER
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| Eric singer como catman e Alice cooper |
Quando eu soube que Alice cooper ia vr em porto legre isso a um mes e meio atraz eu fiquei feliz pois Eric Viria Junto ( pois eric dividia seu tempo entre kiss,alice cooper e o ESP ) mas um amigo meu me deu a triste noticia que eric singer tinha saido do alice cooper fiquei triste
Mas o que me animou foi que "Chuck Garric" baixista do ERIC SINGER PROJECT (ESP) ñ tinha saido isso me deixou animado
agora acompanhem abaixo a reportagem sobre o show de ontem de alice cooper em PORTO ALEGRE
Aos 63 anos, Alice Cooper mostrou na capital gaúcha que ainda tem muitos truques na cartola. Em uma hora e meia de espetáculo, o músico norte-americano trocou de roupa quatro vezes, foi perseguido por um boneco gigantesco do Frankenstein em Feed My Frankenstein e, logo depois, degolado na guilhotina ao cantar Killer. Isso tudo antes de reger a cantoria dos fãs em School's Out, na parte final.
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| Formação com ERIC SINGER |
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| Substituto de Eric no Alice cooper Glen Sobel |
Alçado à fama após estabelecer parceria com o produtor Bob Ezrin em 1971, a partir do álbum Love it to Death, Alice Cooper é o precursor da teatralização do rock. Ele foi o primeiro a mostrar ao público que a maquiagem pode realçar o som de uma banda. Ainda mais quando acompanhada de cobras, bonecos e muito sangue de mentira.
Desta vez, em Porto Alegre, não houve cobra no palco. Mas trocas de roupa, sangue e bonecos não faltaram. Espetáculo talvez seja a palavra certa para definir o que acontece sob a regência do bastão de Vincent Damon Furnier, o verdadeiro nome de Cooper. De sua entrada triunfal no palco, com faíscas saindo das mãos e uma roupa com tentáculos, ao final do show, com a bandeira do Brasil e a galera gritando pelo bis, o vocalista não parou de interagir com os fãs. Para isso, contou com o reforço vocálico de sua banda de apoio, especialmente nos refrões mais exigentes, e das pouco mais de 700 pessoas presentes ao Pepsi On Stage.
Quem foi ao show para ouvir os clássicos não se arrependeu. Às 21h15min, Black Widow, do primeiro álbum solo, deu início à pirotecnia. Logo em seguida,Brutal Planet, do disco homônimo (2000), configurou-se como uma das canções mais recentes que passaram pelo vocal rasgado de Cooper nesta noite. Assim, o set list valorizou a fase mais prolífica do músico: a década de 1970, que rendeu álbuns como Love It To Death (1971), Killer (1971), School's Out (1972), Billion Dollar Babies (1973) e Welcome To My Nightmare (1975).
A novidade ficou por conta da inédita Bite Your Face Off, que será lançada no álbum Welcome 2 My Nightmare, previsto para o próximo ano. Ela foi antecedida por um longo solo do baterista Glen Sobel, que ganhou a companhia do baixista Chuck Garrick(ESP) e dos guitarristas Tommy Henrik, Damon Johnson e Steve Hunter antes do retorno de Cooper ao palco, vestindo uma camiseta ensanguentada com o nome da canção.
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| Alice cooper em Porto Alegre |
I'm Eighteen, Billion Dollar Babies, No More Mr. Nice Guy, Hey Stoopid e Poison foram as mais celebradas pelo público e conduziram a ação até a apoteose: School's Out, entrecortada por Another Brick in the Wall, do Pink Floyd. Para encerrar o espetáculo, o músico lançou mão de uma bandeira do Brasil e a agitou durantes as duas canções do bis, Elected e Fire.
No More Mr. Nice Guy
A turnê pela América do Sul segue para Rio de Janeiro, na quinta-feira, e São Paulo, na sexta-feira. Ingressos ainda estão disponíveis no
A turnê pela América do Sul segue para Rio de Janeiro, na quinta-feira, e São Paulo, na sexta-feira. Ingressos ainda estão disponíveis no
sábado, 21 de maio de 2011
videos novos do ESP Live at marquee
galera eu resolvi postar algums videos do dvd esp live at marquee que foram colocados recentimente o youtube espero que curtam
segunda-feira, 25 de abril de 2011
entrevista com eric singer PT 2
Nos anos oitenta parecia que muitos bateristas queriam ser mais e mais rápidos como Dave Lombardo (Slayer), por exemplo. O que você acha disso?
ERIC: "Eu chamo isso de 'Olimpíadas da Bateria'. É como ser o humano mais rápido na corrida. Eu devo dizer, há muitos bateristas incríveis hoje em dia. Eu acho que a razão disso é que hoje em dia eles têm ferramentas muito melhores para aprender do que quando eu crescí. Naquela época nós não tínhamos DVDs, vídeos, MTV e todas essas fitas e aulas particulares. Agora você pode ir e ter aulas com alguns destes bateristas comprando seus DVDs, usando programas de computador. Agora você tem toda a melhor informação disponível para você. Estes garotos têm muitas ferramentas excelentes de aprendizado hoje em dia. Eu também percebí que eu nunca tive a ambição de ser mais rápido que ninguém. Isso não é tão importante pra mim. Eu deixo para os caras que curtem isso. Quando eu vejo, eu fico impressionado com a técnica fantástica desses caras. Eu admiro o que eles fazem mas não é algo que eu tenha ambição de fazer".
ERIC: "Eu chamo isso de 'Olimpíadas da Bateria'. É como ser o humano mais rápido na corrida. Eu devo dizer, há muitos bateristas incríveis hoje em dia. Eu acho que a razão disso é que hoje em dia eles têm ferramentas muito melhores para aprender do que quando eu crescí. Naquela época nós não tínhamos DVDs, vídeos, MTV e todas essas fitas e aulas particulares. Agora você pode ir e ter aulas com alguns destes bateristas comprando seus DVDs, usando programas de computador. Agora você tem toda a melhor informação disponível para você. Estes garotos têm muitas ferramentas excelentes de aprendizado hoje em dia. Eu também percebí que eu nunca tive a ambição de ser mais rápido que ninguém. Isso não é tão importante pra mim. Eu deixo para os caras que curtem isso. Quando eu vejo, eu fico impressionado com a técnica fantástica desses caras. Eu admiro o que eles fazem mas não é algo que eu tenha ambição de fazer".
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Entrevista coletiva com Eric Singer veja algumas partes
Instrumentos e Estilo
Eric Singer usa desde 1985 a bateria Pearl, na qual existe um modelo com o seu nome, pratos e baquetas Zildjian. Singer se considera autodidata, pois teve poucas aulas de bateria e desenvolveu seu estilo sozinho.
Influências
Abrangem músicos da década de 70, como Ian Pace, John Bohan e Neil Peart. Seu favorito é o Denis Chambers. Também gosta muito dos guitarristas Brian May, Hendrix e Gary Moore. Singer se arrepende de não ter se tornado um guitarrista, pois quando ele toca bateria, sempre se inspira no guitarrista para obter um melhor resultado do seu trabalho.
Bateria no Kiss
É fácil tocar bateria no Kiss, pois Eric sempre sabe o que o grupo deseja e o que os músicos esperam de um baterista. “Eu me entendo muito bem – musicalmente falando – com todos os integrantes, principalmente com Paul Stanley, embora o relacionamento entre a banda as vezes seja algo como amor e ódio”, afirma Singer.
Ele entrou na banda em 92 recebendo material do Eric Carr como “exemplo”, mas depois desenvolveu sua leitura própria. Seu CD preferido do Kiss é o Revenge.
Trabalho Recente
O artista participou da última Tour do Alice Cooper, chegando a gravar um disco com ele e também tocou ao lado de Brian May e Roger Taylor de setembro a dezembro do ano passado.
Planos futuros
O trabalho atual do músico consiste em participar da turnê da banda Los Machos, que sairá pelos Estados Unidos a partir de julho.
Cenário atual do rock na América
Segundo Singer, “Os jovens curtem a música que está na moda no momento e muitas vezes eles não têm interesse pelos clássicos do estilo, ou seja, pelo material que ficou importante através de outras gerações. Eles gostam de procurar novas bandas, só para dizer que com essa atitude, adquirem sua própria história e isso é triste, pois dessa forma se perde um pouco da identidade musical que não é efêmera e a verdadeira história dessa arte”.
Um dos conjuntos que ele admira atualmente é o Queen of The Stone Age.
Músicos brasileiros
O baterista do Kiss só se recorda do conjunto Angra, com o qual tocou em 1994 na primeira versão do festival Monsters of Rock.
Profissionalismo
Singer é um baterista que vive exclusivamente da música. Ele afirma que toca em qualquer banda, desde que seja chamado e diz que tem a sorte de ter gostado de participar de todos os grupos dos quais fez parte até hoje.
“A vantagem de trabalhar dessa forma é ter liberdade musical, podendo escolher as bandas nas quais quero entrar. Na indústria fonográfica, o músico é o que menos ganha dinheiro. É preciso ter paixão pelo que se faz para continuar nessa profissão”, diz o músico.
Projeto Solo
Eric tem vontade de gravar um CD solo ainda esse ano com um amigo guitarrista e outro baixista, apenas por diversão.
Sonho de banda
“Seria tocar bateria ao lado de Hendrix na guitarra, Robert Plant no vocal, John Paul Jones no teclado e Paul Mc Cartney no baixo”, conta Singer.
Mas como isso é impossível, resta-lhe a certeza de saber que contribuiu para a história da música com o seu trabalho e que ainda tem a chance de fazer dela, uma lenda que nunca terá fim. Just feel that “God Gave Rock’N’ Roll To You”, guy.
Eric Singer usa desde 1985 a bateria Pearl, na qual existe um modelo com o seu nome, pratos e baquetas Zildjian. Singer se considera autodidata, pois teve poucas aulas de bateria e desenvolveu seu estilo sozinho.
Influências
Abrangem músicos da década de 70, como Ian Pace, John Bohan e Neil Peart. Seu favorito é o Denis Chambers. Também gosta muito dos guitarristas Brian May, Hendrix e Gary Moore. Singer se arrepende de não ter se tornado um guitarrista, pois quando ele toca bateria, sempre se inspira no guitarrista para obter um melhor resultado do seu trabalho.
Bateria no Kiss
É fácil tocar bateria no Kiss, pois Eric sempre sabe o que o grupo deseja e o que os músicos esperam de um baterista. “Eu me entendo muito bem – musicalmente falando – com todos os integrantes, principalmente com Paul Stanley, embora o relacionamento entre a banda as vezes seja algo como amor e ódio”, afirma Singer.
Ele entrou na banda em 92 recebendo material do Eric Carr como “exemplo”, mas depois desenvolveu sua leitura própria. Seu CD preferido do Kiss é o Revenge.
Trabalho Recente
O artista participou da última Tour do Alice Cooper, chegando a gravar um disco com ele e também tocou ao lado de Brian May e Roger Taylor de setembro a dezembro do ano passado.
Planos futuros
O trabalho atual do músico consiste em participar da turnê da banda Los Machos, que sairá pelos Estados Unidos a partir de julho.
Cenário atual do rock na América
Segundo Singer, “Os jovens curtem a música que está na moda no momento e muitas vezes eles não têm interesse pelos clássicos do estilo, ou seja, pelo material que ficou importante através de outras gerações. Eles gostam de procurar novas bandas, só para dizer que com essa atitude, adquirem sua própria história e isso é triste, pois dessa forma se perde um pouco da identidade musical que não é efêmera e a verdadeira história dessa arte”.
Um dos conjuntos que ele admira atualmente é o Queen of The Stone Age.
Músicos brasileiros
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| ERIC SINGER E AO FUNDO TOMMY THAYER |
Profissionalismo
Singer é um baterista que vive exclusivamente da música. Ele afirma que toca em qualquer banda, desde que seja chamado e diz que tem a sorte de ter gostado de participar de todos os grupos dos quais fez parte até hoje.
“A vantagem de trabalhar dessa forma é ter liberdade musical, podendo escolher as bandas nas quais quero entrar. Na indústria fonográfica, o músico é o que menos ganha dinheiro. É preciso ter paixão pelo que se faz para continuar nessa profissão”, diz o músico.
Projeto Solo
Eric tem vontade de gravar um CD solo ainda esse ano com um amigo guitarrista e outro baixista, apenas por diversão.
Sonho de banda
“Seria tocar bateria ao lado de Hendrix na guitarra, Robert Plant no vocal, John Paul Jones no teclado e Paul Mc Cartney no baixo”, conta Singer.
Mas como isso é impossível, resta-lhe a certeza de saber que contribuiu para a história da música com o seu trabalho e que ainda tem a chance de fazer dela, uma lenda que nunca terá fim. Just feel that “God Gave Rock’N’ Roll To You”, guy.
domingo, 10 de abril de 2011
Algums videos do show de retorno do ESP
caros amigos resolvi postar algums videos do Retorno do ESP espero que gostem!!!1
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